Os EUA não sabem lidar com segurança no futebol

Desacostumados com o ímpeto de torcedores fanáticos por futebol, os EUA fracassaram, grandiosamente, na segurança fornecida nos estádios que receberam partidas da Copa América.

O caos na finalíssima do torneio, com imagens de invasões e agressões a torcedores, o atraso de quase uma hora e meia para o início da partida, o descumprimento do regulamento temporal do intervalo, entre outros equívocos levantaram a questão do que poderia ocorrer num ambiente de Copa do Mundo.

É necessário instruir policiais sobre os costumes de torcedores de outros países, não apenas pelo hábito do expectador norte-americano, culturalmente alinhado ao entretenimento.

Não deveria ser assim, mas, para alguns países, futebol é associado a uma batalha de guerra.

Por vezes, meio de redenção de populações oprimidas que enxergam-no como possibilidade única de superação diante do opressor.

Daí, o comportamento sanguíneo, próximo do violento.

Os EUA terão dois anos para, talvez mediante intercâmbio com forças policiais de outras localidades, aprender a trabalhar no grande evento do esporte mais popular do planeta.

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