A punição do STJD a John Textor

A auditoria do STJD sugeriu ao Tribunal que puna John Textor, dono do Botafogo, com seis anos de suspensão e pagamento de R$ 2 milhões em multa.
Seria a maior pena da história da justiça desportiva brasileira.
Textor, há tempos, tem divulgado insanidades à respeito de suposta manipulação de resultados, chegando a citar o Palmeiras, entre outros, como beneficiário das espertezas.
O STJD, em acolhendo o parecer, realmente punirá o infrator?
No que impactará a vida do cartola, mais investidor do que torcedor, seis anos assistindo a partidas de seu clube no conforto do lar – ou do escritório?
Mesmo a multa, para ele, é troco de café.
Talvez o melhor caminho fosse obrigá-lo a indenizar, com valores mais robustos, todos os que tenha citado em seus delírios, obrigando-o ainda a retratar-se, publicamente, nos mesmos meios em que difundiu as inverdades.
E não foram poucos.
O constrangimento, para quem tem a prepotência como hábito, serviria melhor do que seis anos de ineficácia.
