Por que o Corinthians voltou a negociar com André Cury?

No início do ano, o agente de jogadores Augusto Melo, presidente do Corinthians, acusou o também intermediário André Cury de conluio com a diretoria anterior com objetivo de prejudicar sua gestão.

A versão foi amplamente difundida nas redes contratadas pela presidência.

Em final de mandato, Duílio ‘do Bingo’ assinou confissão de dívida com o agente para que a entrada de dinheiro das negociações de Murillo e Moscardo pudessem, nas mãos do sucessor, eliminar a pendência.

Melo decidiu não pagar e o caso foi parar na Justiça.

Neste momento, as contas do clube estão bloqueadas para quitar a dívida com Cury.

Por que, após demonizar o agente, que insiste na cobrança litigiosa, Augusto Melo tornou, faz quase em mês, a negociar jogadores que trabalham com ele?

Não se tratam de craques inquestionáveis, o que poderia justificar a exceção, mas de jogadores comuns, improváveis de não existirem paralelos nas categorias de base ou sob controle de outros clubes ou intermediários.

As histórias de Cury e Augusto são autoexplicativas.

Nenhum deles se importa com as aparências quando o que está em jogo é dinheiro volumoso.

Cury tem fama de remunerar dirigentes; Augusto, de ser remunerado.

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