Corinthians e o escândalo Diego Palacios

Anunciado a ‘custo zero’, o lateral Diego Palácios, que, apesar da pouca idade (completa 25 anos em julho) estava há quase cinco atuando nos EUA – espécie de reduto de aposentados do futebol, segundo informações, custou R$ 20 milhões em luvas ao Corinthians.

O salário seria de R$ 1,5 milhão mensal.

Espertamente, a direção do clube anunciou-o como atleta da Seleção do Equador que disputou a última Copa do Mundo, sem mencionar, porém, que o lateral não saiu do banco de reservas.

Em meio a tantas meias verdades, a informação principal foi escondida – revelada agora pela pressão da ausência há mais de três meses dos gramados.

Palácios possui lesão crônica na cartilagem do joelho esquerdo, sem possibilidade de cura, precisando ser avaliado, diariamente, pelo departamento médico.

Não à toa, sentiu a contusão nos primeiros minutos em que esteve em campo pelo Timão.

O contrato do equatoriano é válido até o final de 2027.

Somando os salários até o final do vínculo, além de luvas e demais direitos, Palácios custará R$ 80 milhões ao Corinthians.

Sem chance de recuperação do investimento – nem da comissão embolsada pelo intermediário, que, se de 10%, custaria mais R$ 8 milhões.

A dúvida: quem indicou, contratou e, principalmente, liberou, clinicamente, a assinatura do acordo – se é que houve o aval médico?

Estes são os responsáveis por mais este prejuízo aos cofres corinthianos.

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