Seleção Brasileira e o racismo

Não é de hoje que a CBF tem realizado campanhas contra o racismo, a misoginia e demais preconceitos.
Pena que apenas como jogada de marketing.
Internamente, a esbórnia é a regra.
Acusados de assédio, Presidente e Diretor de Comunicação – este braço direito de Ricardo Teixeira por décadas – permanecem nos cargos, amparados em investigações internas que não evoluem.
Talvez por isso o receio em tocar nos assuntos Robinho e Daniel Alves.
Ednaldo Rodrigues chegou a denunciar racismo numa entrevista coletiva, mas nunca revelou o que foi falado nem quem eram os agressores.
Mentira?
Na próxima terça-feira, em Madrid, é grande a possibilidade de Vini Junior e demais companheiros, pretos, serem hostilizados no amistoso entre Espanha e Brasil.
Em ocorrendo, a CBF estará diante de grande oportunidade de dar exemplo ao planeta.
Abandonar o jogo, sob olhares de milhões de pessoas, é a ÚNICA opção.
Ednaldo, preto, terá coragem de dar a ordem ou permanecerá nas tribunas, contemporizando, até o retorno em voo de primeira classe ao Brasil?
