Conselho do Corinthians articula inútil comissão de conselheiros no futebol

Rubão e Romeu Tuma Junior

O Conselho Deliberativo do Corinthians, por sugestão do grupo ‘União dos Vitalícios’, articula uma comissão de conselheiros específica para o futebol.

Entre os objetivos estaria avaliar contratos firmados com jogadores, patrocinadores, etc.

Trata-se de uma inutilidade.

Em regra, os desacertos e espertezas ocorrem sem documento ou transferências bancárias, com absoluta ausência de rastros.

Os contratos nunca revelam a realidade dos fatos.

No máximo, a comissão discordará de valores e métodos de gestão, mas nada poderá fazer diante das prerrogativas específicas da diretoria de futebol e da presidência da diretoria.

Rolos e falcatruas somente chegam a publico na informalidade, normalmente por quem foi ‘chutado’ em algum dos negócios.

Em havendo estas informações, a partir daí, caberia a criação de uma comissão.

Do contrário, nada acontecerá.

Como não ocorreu nas diversas comissões criadas para analisar o estádio de Itaquera, as obras de Parque São Jorge, etc.

Um trabalho mal realizado acabará por chancelar as espertezas do departamento de futebol do Corinthians.

Há quem justifique a criação da Comissão como estritamente política, objetivando, por pressão, a derrubada de Rubens Gomes, o Rubão – unanimidade negativa em Parque São Jorge -, preservando, porém, o agente de jogadores Augusto Melo, como se fosse possível livrá-lo de quem lhe sustentou, pessoalmente e comercialmente, por, pelo menos, seis anos.

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