Gilmar Mendes, CBF e o efeito borboleta

Se o Ministro Gilmar Mendes, que é parceiro comercial da CBF, tivesse se julgado impedido no HC que reconduziu Ednaldo Rodrigues à presidência da entidade, o destino da Seleção Olímpica poderia ser diferente.
Detalhes sobre a parceria no link a seguir:
Íntegra do contrato entre a CBF e o IDP, assinado pelo filho de Gilmar Mendes
A ironia é que Mendes justificou a necessidade de urgência, entre outros argumentos, pela possibilidade do Brasil ficar fora dos Jogos.
Ontem, a pior Seleção Olímpica de todos os tempos, treinada pelo mais incompetente de seus treinadores, foi, humilhantemente, eliminada do pré-olímpico, ficando de fora das Olimpíadas.
Com Ednaldo afastado, Ramon também seria destituído.
Bastaria, então, qualquer treinador mediano de mercado montar um time razoável, que soubesse treinar o setor defensivo e jogar à favor da dupla Endrick e John Kennedy, para superar as fraquíssimas equipes de Paraguai e Venezuela, podendo até se dar ao luxo de perder para a Argentina.
É o efeito borboleta.
Agravado pelo obscuro pano de fundo da promiscuidade.
