Idas e vindas de Ednaldo na CBF expuseram traições e mortos-vivos

Ontem, em decisão de muitos interesses, o Ministro Gilmar Mendes reconduziu, liminarmente, Ednaldo Rodrigues à presidência da CBF.
Não deve durar muito, por conta do exposto isolamento político.
Ainda assim, segue interessante assistir a esta novela de traições com direito a retornos à cena do crime de alguns mortos-vivos.
A queda de Ednaldo se deu por manobra de Marco Polo e Ricardo Teixeira que sentiram suas ‘mensalidades’ cerceadas pela troca de fornecedores da Casa Bandida.
Flavio Zveiter, que saiu da CBF brigado com Ednaldo, ao entender as possibilidades que se colocariam, alistou-se como ‘soldado’ da oposição.
O afastamento do presidente se deu, então, por estranha interferência do judiciário carioca, frequentemente monitorado pelos Zveiters.
Na sequência, Flávio candidatou-se a novo ‘Presidente de Cordas’ – puxadas pelos que não podem sair do país.
Em meio à guerra pelo poder, o ex-vice Gustavo Feijó, que passou o ano detonando Ednaldo, a ele se juntou, ocasionando a maior das traições.
Até então, quem, efetivamente, mandava na CBF era Reinaldo Carneiro Bastos, que levou uma ‘banana’ do Presidente, de direito, que inventou.
Humilhado, Carneiro decidiu sair dos bastidores e se lançar candidato..
Reconduzido – não se sabe até quando -, Ednaldo pela primeira vez governará sem a influência do presidente da FPF – salva nova reaproximação -, o que não implica em estar absoluto no poder.
Resta saber quem serão os novos manipuladores.
A CBF é realmente confusa, mas lucrativa.
Nesse jogo de Bilhão, os ratos se canibalizarão até que os clubes tomem vergonha e assumam os poderes que, por interesses diversos, terceirizam aos presidentes das inúteis Federações.
