A derrota do Palmeiras e o real Abel Ferreira

Mal escalado, jogando aquém de seu potencial, com alguns jogadores ultrapassados, o Palmeiras foi eliminado, nas penalidades, pelo pior Boca Juniors que chega à final de uma Libertadores.

Em regra, bons resultados acabam por encobrir más gestões de dirigentes, mas não apenas deles.

Antes de chegar ao Verdão, Abel tinha currículo, se tanto, mediano.

À época, portanto, tratava-se de erro contratá-lo para gerir um dos maiores orçamentos do Brasil.

Mas era tanto dinheiro, em comparação com adversários, que, mesmo errando, mas também com méritos, o treinador conquistou títulos.

Os vexames – como nas disputas mundiais -, no entanto, foram minimizados – alguns com influência determinante de Abel.

Mesmo quando venceu, o Palmeiras nunca encantou.

Amparado por uma presidente que até jatinho lhe emprestou, Ferreira, em toda a sua prepotência, ofendeu árbitros, adversários e profissionais de imprensa.

Achava-se o melhor do planeta quando sequer era o principal do Brasil.

Nem de Portugal.

O Palmeiras, que é bom, precisa melhorar.

Ultrapassar a linha do comodismo e seguir adiante, sob comando mais qualificado, que possa retornar ao torcedor o prazer que as verdadeiras Academias ofertaram.

As verdadeiras!

Com Abel, não acontecerá.

Este é o desafio de Leila Pereira, ou de quem vier a exercer o cargo no futuro.

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2 Comentários

  1. Deixa de falar asneiras, Abel ganhou campeonato brasileiro, copa do Brasil, libertadores, campeonato Paulista, superiora e o teu time: dívidas, presidente sem compromisso com o clube e só com o próprio bolso. Teve quantos técnicos? Aí contrata um que você adora! Eu não esqueci seus Posts contra ele!!! Pura inveja, com certeza.

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