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Em partida emocionante, Espanha venceu a Itália nos pênaltis e enfrentará o Brasil na final

Após empatar com a Itália no tempo normal e na prorrogação em zero a zero, a Espanha foi melhor nas penalidades e classificou-se para a final da Copa das Confederações, ao vencer por sete a seis.

Os italianos deram algum trabalho na primeira etapa, mas, do segundo tempo em diante, a Espanha tomou conta do jogo.

Iniesta, fantástico, foi novamente o motor da equipe.

A primeira etapa começou dando a impressão de que os espanhóis dominariam tranquilamente a partida.

Não foi bem assim.

Logo após o primeiro lance de perigo da Espanha, aos 2 minutos, em batida cruzada de Pedro, foram da Itália as jogadas mais perigosas de ataque.

Mais precisamente, contra-ataques, oriundos de uma forte marcação que não impedia o ótimo toque de bola espanhol, mas a finalização de suas jogadas.

Aos 7 minutos, Maggio cabeceou por cima após cobrança de escanteio.

Maggio, novamente, aos 16 minutos, recebeu lançamento de De Rossi, antecipou-se à zaga de cabeça, mas Casillas, atento, defendeu.

Quatro minutos depois foi a vez de Marquísio quase abrir o marcador após bola ajeitada por Maggio.

Impossível no jogo, Maggio, de cabeça, obrigou Casillas a fazer milagre.

Um minuto depois, Fernando Torres conseguiu se desvencilhar da defesa italiana, cortou para dentro da área e bateu cruzado, à esquerda de Buffon.

Com a proximidade do intervalo, a Espanha, mesmo sofrendo com os contragolpes italianos, mantinha-se tranquila na partida, tocando a bola, dentro de seu já conhecido estilo de jogar.

Logo no início da segunda etapa, aos 3 minutos, Iniesta tabelou com Fernando Torres, entrou na área, mas bateu à direita de Buffon.

Aos 7 minutos, Navas, para agitar o ataque, entrou no lugar de David Silva, na Espanha.

Fernando Torres, aos 12 minutos, abriu na ponta e rolou para Navas, de primeira, bater cruzado, para boa defesa de Buffon.

A Espanha dominava a etapa final.

Iniesta, aos 18 minutos, carregou a bola pelo maio, passou por três marcadores, mas bateu mal, à esquerda do gol.

A Itália, que correu muito na etapa inicial, nitidamente sentia as consequências do esforço, diminuindo muito seu ritmo de jogo.

Aos 28 minutos, Pedro foi lançado pela esquerda, Buffon parou na frente, mas a bola deu uma escapada e o atacante espanhol bateu mal, para fora do gol.

Valentes, após os 30 minutos, apoiados pela torcida, os italianos avançaram a equipe, tentando equilibrar as ações.

Juan Mata entrou no lugar de Pedro, aos 33 minutos.

Aquilani no de Marchisio, um minuto depois.

A essa altura calor de Fortaleza atingia ambas as equipes, que arriscavam pouco, esperando uma possível prorrogação.

Mesmo assim, aos 39 minutos, Navas cruzou pela direita e Pique, em boa condição, errou a finalização.

Ao final do tempo normal, zero a zero, que levou a decisão para o tempo extra.

Prorrogação                  

Logo no primeiro minuto, a Espanha partiu para o ataque e Navas, de primeira, tentou surpreender, mas Buffon estava atento.

A Itália, porém, respondeu um minuto depois em batida de Giacherini na trave esquerda espanhola.

Que jogo !

Pique, aos 3 minutos, bateu forte dentro da área, a bola desviou na zaga e saiu em escanteio.

Os espanhóis pressionam e Sergio Ramos, aos 6 minutos, pegou rebote de escanteio, mas bateu mal, por cima da meta.

Iniesta, um monstro, dois minutos após, fez jogada espetacular, entrou na área e serviu a Jordi Alba, que concluiu para fora.

Aos 14 minutos, foi a vez de Xavi bater falta perigosa, por cima do gol.

Na virada de campo, a Espanha parecia mais inteira, buscando mais o ataque, com Iniesta conduzindo a equipe, sempre com enorme categoria.

Juan Mata, aos 3 minutos, após boa trama espanhola, bateu com perigo, à direita do gol.

Aos 9 minutos, Xavi acertou grande batida de fora da área, Buffon defendeu, a bola pegou na trave, e Martinez, no rebote, chutou mal.

Dois minutos depois Buffon faz outra grande defesa em batida de Sergio Ramos.

Mais inteira, a Espanha pressiona, enquanto a Itália conta os minutos para o apito final.

Com a manutenção do zero a zero, as penalidades decidirão a classificação.

Pênaltis

Candreva, de cavadinha, corajosamente abriu o marcador para a Itália.

Xavi, com categoria, empatou.

Aquilani bateu forte no canto direito, Casillas quase pegou.

Iniesta, no canto esquerdo, dois a dois.

De Rossi, no canto alto direito, coloca a Itália novamente na frente.

Pique bateu bem, empatou, e deixou Shakira aliviada.

Giovinco, no canto direito, 4 a 3.

Sergio Ramos bateu forte, 4 a 4.

Pirlo, sem chances para Casillas, 5 a 4.

Juan Mata, perfeito, empatou.

Hora das alternadas.

Montolivo num canto, Casillas no outro.

Busquets, sem chance para Buffon, 6 a 6.

Bonucci isola, por cima do gol, e a Espanha está a um gol da final.

E Navas, com categoria, colocou a Espanha na final, 7 a 6.

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