CBF divulga publicamente o que não exerce internamente

A CBF divulgou, em julho, parceria com empresa especialista em prevenção ao combate à discriminação racial e ao assédio – moral e sexual.

Internamente, porém, o comportamento da entidade é bem diferente.

Ao menos dois casos de assédio, protocolados, um deles, por Diretor, estão sendo abafados.

As supostas vítimas, em vez de protegidas, foram demitidas.

O assediador seria Ednaldo Rodrigues, presidente da Casa Bandida.

O próprio mandatário, quando de recente convocação da Seleção Brasileira, ao se ver cercado por câmeras, denunciou racismo que teria ocorrido naquele ambiente, porém, nunca mais tocou no assunto.

Ao que parece, a intenção era apenas a de construir uma narrativa midiática sobre o assunto; nenhuma investigação foi sequer iniciada.

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