COF da Portuguesa dá aval às imoralidades da diretoria

Anteontem, o COF da Portuguesa recomendou a aprovação do balanço das contas de 2022, apesar de parecer contrário da auditoria.
Trata-se, evidentemente, de decisão política.
Tecnicamente, a movimentação financeira da Lusa seria caso de polícia, como comprovam, além da ausência de documentos consistentes, o vai-e-vem de dinheiro em conta de terceiros e os áudios da ‘parceria’ do Presidente com ex-jogador do clube.
São membros do COF: Orlando Cordeiro de Barros, Adriano Moredo, Francisco dos Santos Ramos, Ricardo Rodrigues da Costa, Alexandre Caetano Catarino, Urbino Amaro, Vitor Diniz, Fernando Barril, Reynaldo Costa, Paulo Faustino e Fernando Gomes.
A votação do balanço está agora nas mãos do Conselho Deliberativo.
Resta saber, como perguntado pelo blog, dias atrás, em postagem sobre o COF, a quem estes servirão: aos interesses da Portuguesa ou da meia dúzia de cartolas que tem infelicitado a agremiação nos anos recentes?
Os cofistas escolheram se ajoelhar aos espertalhões.

