Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
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“Falta de caráter e desrespeito ao correto é predicado de quem se julga acima de tudo e de todos”
Adágio de: Euclydes Zamperetti Fiori
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Antevejo que o Juris171consulto e diretoria não responderão as indagações do MP do Trabalho

Até a presente data não houve manifestação do Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo junto à denúncia de Douglas Roberto Maffei D´Andréa em relação aos atos praticados pela atual administração.
Seguramente
O não responder comprova que não podem encaminhar a cópia das Assembleias Ordinárias, a prestação de contas e demais documentações, já que as mesmas não se concretizaram.
EM
Relação a eleição realizada no mês de dezembro do ano 2019, lembrei que, papeando com um associado, fiquei ciente que antes da oficialização das candidaturas, que: Renato Canadinho foi para o estado da Paraíba pedir apoio do Arthur Alves Junior.
Dado
Minuto ocorreu gravação do Arthur apoiando Canadinho, contudo a gravação não tornou-se pública, por este motivo permanecem distanciados.
Arthur
Ficou magoado, já que, quando do escândalo da máfia do apito, ele e Roberto Perassi foram os únicos se fizeram presentes na sede da AAPR objetivando salvar a entidade, que tinha na presidência Paulo Danelon (banido do futebol juntamente com Edilson Pereira de Carvalho) após denúncia do jornalista André Rizek, em matéria de capa da edição de 23 de setembro de 2005 da revista Veja.
Provavelmente
Leonardo Schiavo Pedalini lançará sua candidatura
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Terceira Rodada da Séria A do Brasileirão 2023 – Sábado 29/04
Coritiba 1 x 1 São Paulo
Árbitro: Rafael Rodrigo Klein (RS)
VAR
Rodrigo D Alonso Ferreira (SC)
Item Técnico
Não ocorreram lances confusos dentre das respectivas áreas; sendo assim, entendo que os representantes das leis do jogo desenvolveram trabalho natural.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 04 para defensores do Coritiba e 01 para São Paulino
Palmeiras 2 x 1 Corinthians
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (FIFA-GO)
VAR
Pablo Ramon Goncalves Pinheiro (FIFA-RN)
Item Técnico
1º – Deixou de apontar a marca da cal a favor da equipe alviverde, quando do vivíssimo empurrão do corintiano Du Queiroz no oponente Artur.
2º – Corretamente determinou segue o jogo na ocasião que a bola bateu no braço do palmeirense Zé Rafael
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 05 para alviverdes, incluso os indisciplinadíssimos Abel Ferreira (Técnico) e Joao Miguel Barreto Martins (auxiliar técnico), seguidos de 03 para alvinegros.
Atlético/MG 2 X 1 Atletico Paranaense
Árbitro: Ramon Abatti Abel (FIFA-SC)
VAR
Wagner Reway (PB)
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 03 para atleticanos mineiro e 04 para paranaenses, incluso: técnico Paulo Cesar Turra
Vermelho: Alex Santana defensor paranaense por ter desferido cotovelada no rosto do oponente Patrick
Observação
De pronto Ramon Abatti Abel lhe deu cartão amarelo, avisado pelo VAR, trocou o amarelo pelo vermelho.
Domingo 30/04
Flamengo 2 x 3 Botafogo
Árbitra: Edina Alves Batista (FIFA-SP)
VAR
Daiane Caroline Muniz dos Santos (FIFA-SP)
Item Técnico
Zanzou por ter sinalizado penalidade máxima favorável ao Botafogo, no momento da disputa legal entre Wesley defensor flamenguista com o contrário Victor Sá;
Aclaro
Percebendo que iria perder a disputa pela bola, o botafoguense lança o corpo em direção ao gramado tentando, claramente, cavar a penalidade, e conseguiu.
Penalidade
Cobrada por Tiquinho findada no gol de abertura do placar: 0 x1 para o clube da Estrela Solitária
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 04 para flamenguistas e 04 para botafoguenses, incluso técnico Luis Manuel Ribeiro de Castro
Vermelho: Depois do segundo amarelo para botafoguenses: Rafael Pereira da Silva que, praticou falta em oponente, jogo paralisado, mesmo assim, com solado da chuteira atingiu o oponente. Após do segundo amarelo, idem para o técnico Luis Manuel Ribeiro de Castro:
Relato da árbitra
Por ter se deslocado até a área da equipe mandante reclamando com gestos e palavras socando o ar repetidamente. após ser advertido com cartão amarelo, seguiu com os protestos ofensivos. Alegou não ter autorizado a substituição da sua equipe, mesmo após o jogador substituto estando pronto para o ato, com a cartão de substituição entregue ao quarto árbitro. fui informada pelo quarto árbitro que o jogador disse estar pronto para a substituição e que poderia fazer a mesma, e após ter levantado a placa de substituição, o técnico havia desistido pela 3º vez do ato, proferindo repetidamente as seguintes palavras: ” quem manda na minha equipe sou eu”, ainda socando o ar.
Concluo
Para o bem da Edina Alves Batista, sugiro que peça licença por duas rodadas, tome banho de sal grosso, faça autocritica e, vida segue.
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Coluna em Vídeo
Por razões particulares, a versão em vídeo da Coluna não será gravada no dia de hoje, retornando na semana que vem.
Desde já pedimos desculpas pela inconveniência
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Política
Premiando o mau comportamento

CNJ condena juiz que fez campanha para Bolsonaro a ser sustentado vitaliciamente pelos contribuintes
Por unanimidade, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu aposentar compulsoriamente o juiz federal Eduardo Luiz Rocha Cubas, do Tribunal Regional Federal da 1.ª Região (TRF-1), por sua participação direta na campanha eleitoral do então candidato à Presidência Jair Bolsonaro, em 2018.
Não obstante o fato de uma punição como essa, a aposentadoria com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço, servir, na prática, como uma espécie de prêmio por mau comportamento, o CNJ não tinha mesmo outra coisa a fazer senão aplicar ao juiz federal a pena máxima prevista pela Lei Orgânica da Magistratura (Loman). Rocha Cubas se mostrou indigno da judicatura.
Durante a campanha eleitoral de 2018, o magistrado participou ativamente de atos político-partidários em favor de Bolsonaro. Como se isso não bastasse, Rocha Cubas se lançou de corpo e alma na cruzada bolsonarista contra o sistema eleitoral, ignorando olimpicamente os imperativos legais, funcionais e éticos que pesam sobre a toga. Rocha Cubas chegou ao atrevimento de gravar um vídeo em frente ao Tribunal Superior Eleitoral, ao lado do deputado Eduardo Bolsonaro, no qual lançava dúvidas infundadas sobre a segurança das urnas eletrônicas. Isso faltando um mês para o pleito.
O CNJ, com toda razão, entendeu serem “condutas gravíssimas” todas essas atitudes de Rocha Cubas à margem das leis e da Constituição, além de uma deliberada “tentativa de intromissão” do magistrado no resultado da eleição presidencial daquele ano. A presidente do colegiado, ministra Rosa Weber, destacou muito oportunamente que, “sem um Poder Judiciário independente, não há democracia; e sem juízes isentos, responsáveis e serenos não há como sustentar o Estado Democrático de Direito”.
A postura indecorosa do juiz federal, de fato, foi acintosamente contrária à Loman e à Constituição, pois juízes – deveria ser ocioso dizer – não podem se imiscuir em questões de natureza político-eleitoral. Mas não só isso. Rocha Cubas também explorou a boa imagem e a aura de credibilidade que paira sobre toda a magistratura nacional perante a sociedade para difundir mentiras deslavadas, além de teorias da conspiração, sobre a higidez do sistema eleitoral. Isso decerto ajudou a aumentar a desconfiança que muitos brasileiros passaram a ter da segurança das urnas eletrônicas, a despeito de jamais ter sido comprovada qualquer fraude desde que esse instrumento de votação foi implementado, em 1996. Viu-se o resultado dessa enorme irresponsabilidade quatro anos depois.
Para a sociedade brasileira, a conta dessa campanha de difamação contra as urnas eletrônicas, da qual o juiz Eduardo Luiz Rocha Cubas foi voz ativa, tem saído muito salgada. Já para o jovem magistrado, ao contrário, a desabrida violação de seus deveres funcionais saiu barata demais. Passa da hora de o País debater com coragem e serenidade o fim das aposentadorias compulsórias como “punição” aos maus magistrados e, não menos importante, a imposição de uma quarentena para os juízes que fazem da judicatura um trampolim para suas ambições políticas.
Opinião do Estadão publicado dia 04/05/2023
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Finalizando
“Judiciário, o mais corrupto dos poderes. Corrompe a ideia, o ideal de Justiça!”
Joel Neto: é um escritor e cronista português
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Chega da desavergonhada corrupção praticada por senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do Judiciário, do MP, funcionários públicos de todas as escalas e, nos bastidores do futebol brasileiro”
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Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP- 06/05/2023
