Abel Ferreira precisa de tratamento

A nova expulsão de Abel Ferreira por comportamento colérico à beira do gramado não pode continuar a ser tratada com normalidade.

É evidente a má-educação, mas o problema parece ser mais profundo.

Abel nunca recebeu limites em Palestra Itália.

A bajulação e proteção inadequada da diretoria acaba por estimular a reincidência.

Leila Pereira, vale relembrar, chegou a emprestar um jatinho particular para que o treinador, que tem dinheiro suficiente para viajar em primeira classe num voo comercial, pudesse visitar a família em Portugal.

Ontem, em entrevista, Abel disse não saber as razões de sua expulsão.

Nem seria necessário recorrer à súmula da partida, que indica a ofensa à arbitragem, tratada como ‘de merda’, bastaria observar o gestual do treinador para entender a necessidade de ajuda.

Ferreira é mimado, inclusive no ambiente de trabalho, mal educado, e negacionista de suas próprias transgressões.

Imagine esse ‘pacote’ se o time não estivesse conseguindo bons resultados esportivos.

A presidente do Palmeiras deveria se preocupar menos em bajular e defender o treinador quando flagrado em desvio de conduta e mais em ajudá-lo, verdadeiramente, na condição de ser-humano.

Urge a necessidade de auxílio psicológico para Abel Ferreira.

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