Daniel Alves e o tráfico de cigarros na cadeia

Daniel Alves, segundo o jornal ‘El Caso’, seria pivô de trafico de cigarros no presídio de Barcelona, em que está recolhido sob acusação de estupro.

O ex-atleta estaria trocando autógrafos pelas mercadorias.

No Brasil, o cigarro é a moeda frequentemente utilizada pelos presos para pagar serviços diversos, entre os quais cortes de cabelo, lavanderia, etc.

O Estado fecha os olhos – porque a prática é proibida – e permite que os familiares abasteçam o aprisionado, ainda que ele não seja fumante.

Uma espécie de liberação tácita ao ‘comércio’, desde que efetuado com alguma discrição (dentro das celas).

No caso de Alves, aparentemente flagrado em esquema, se denunciado, poderá agravar o cumprimento de pena  – no Brasil seria ‘falta grave’ e atrasaria em, no mínimo, um ano a progressão de regime.

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