A censura do Flamengo ao UOL

Não surpreende que o Flamengo, sob gestão de Rodolfo Landim, bolsonarista de passado Eike Batista, tenha proibido a cobertura do UOL – a quem nos solidarizamos -, após o portal ter revelado a possibilidade do clube ter maquiado laudos da tragédia do ‘Ninho do Urubu’.
Espantoso seria se chamasse as famílias do mortos e pagasse as devidas indenizações.
A censura ao UOL retrata bem o lugar que o Flamengo ocupará na história nestes tempos terríveis.
Raros são os cartolas, talvez nunca na proporção desta gestão rubronegra, que violentaram o nome de um clube com tanto descaso como Rodolfo Landim; no início, com o assassinato dos garotos; ao final – que ele quer prorrogar, fornecendo palanque, no dias das eleições, ao Genocida que está nos EUA.
O Flamengo será lembrado, nos relatos futuros, pela desonra bolsonarista e a ausência de humanidade com crianças que sonhavam em vestir o manto envergonhado por essa gente.
Agora, também, por proibir o trabalho dos que possuem a coragem de expor seus malfeitos.

