A ‘conselheira’ de Lula

Não surpreende Madame Leila Pereira, presidente do Palmeiras, mas também da CREFISA e, sub-judice, da FAM, ter aderido ao Governo Lula após intensa campanha realizada, com utilização do Palmeiras, a favor do Genocida que fugiu para os EUA.
A cartola sempre demonstrou flexibilidade nas relações comerciais.
Seu esposo, Lamacchia, que o diga.
Madame foi chamada por Lula, na condição de 5ª mulher mais rica do Brasil, a integrar, junto com a apresentadora e chef de cozinha Bela Gil, a empresária Luiza Trajano, a socióloga Neca Setubal, herdeira do Itaú Unibanco, a co-fundadora do Nubank, Cristina Junqueira e a diretora-geral do Uber no Brasil, Silvia Penna, o Conselho de Desenvolvimento Econômico, Social e Sustentável, vulgo ‘Conselhão’.
O cargo não é remunerado.
A dúvida é que tipo de contribuição Leila poderia emprestar a um Governo notoriamente contrário aos ‘princípios’ que defende, sejam eles pessoais ou empresariais.
Lula, pela governabilidade, cercou-se dos corruptos do Centrão, sob risco, que não é pequeno, de escândalos de terceiros serem novamente apontados como seus.
No caso de Leila, a solução é mais tranquila.
Convidada, obviamente, porque não pegaria bem deixa-la de fora diante da posição empresarial que ocupa, bastará não dar bola para o que disser, preservando o país do raciocínio bolsonarista.
Difícil será Madame explicar, no Palmeiras, as razões da adesão a um Governo que demonizava antes das eleições.

Nenhum dos dois me surpreende! Quantos anos você tem Paulo? 12 anos? Acorda…