Bigode, Scarpa e Mayke evidenciam a má-formação do jogador brasileiro

Empresa que tem como sócio Willian Bigode sugeriu investimento em criptomoedas para Gustavo Scarpa e Mayke e, no final, todos perderam milhões de reais, em evidente golpe.
Tirante a estupidez da busca pelo dinheiro em condições de mercado obviamente impossíveis, o episódio revela a má-formação da maioria dos jogadores brasileiros.
Seduzidos por espertezas do meio em que convivem, caíram como patinhos nas mãos de gente mais instruída, e bandida.
Onde estão os agentes que ganham fortunas para assessorá-los?
Quase sempre tão incultos quanto, embolsam muito, mas pouco contribuem à evolução de sua vítimas, ou melhor, clientes.
Não acredito que Bigode faça parte do golpe, mas terá que pagar o prejuízo de todos.
Provavelmente porque apresentado a essa gente por ‘amigos’ que necessitavam de um idiota útil para viabilizar a malandragem financeira.
Ajudando os jogadores a acreditarem na irrealidade, os clubes seguem firmando parcerias com empresas de Bitcoins e assemelhados, fornecendo credibilidade à notória pilantragem.
