Enquanto a jogatina corrompe, jornalistas, clubes, Federações e a CBF embolsam

Ontem, Operação do MPF de Goiás, realizada em diversos estados do país, desmantelou quadrilha que pagava R$ 150 mil a jogadores de futebol para que estes cometessem pênaltis no primeiro tempo de suas partidas, viabilizando lucro milionários dos bandidos.

E não foram equipes qualquer.

Atletas dos tradicionais Vila Nova/GO e Sampaio Corrêa, além do clube de empresários do Tombense, embolsaram as quantias.

Por óbvio, as falcatruas, ainda a serem descobertas – como outras já foram – não devem se limitar a estes centros.

Apesar das reiteradas práticas criminosas, muitos jornalistas, em vez de investigá-las, embolsam para fomentá-las (em ‘merchans’ particulares, à margem dos acertados nas emissoras em que trabalham), assim como clubes, Federações a também a CBF, através, todos, de patrocínios em que o dinheiro provém de paraísos fiscais.

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