Adson corre da Justiça para não pagar calote de R$ 3,9 mil em publicitário

Em fevereiro de 2021, o meia Adson, do Corinthians, assinou contrato com a V2MM Comunicação, pequena empresa em nome do publicitário Vinicius Vieira, para que fosse realizado trabalho em mídias sociais.

A mensalidade era de apenas R$ 700.

Ainda assim, Adson deu calote.

Pagou os primeiros seis meses e, em meio à prorrogação de novos seis, quando já havia atrasado algumas parcelas, enviou, por whatsapp, a seguinte mensagem de distrato (o português, peculiar, excetuando-se a ausência de pontuações, foram preservados):

“Eai blz”

“Irmão vou ir para a empresa do meu empresário, ele assinou com o pessoal do marketing aí vou ficar com eles”

O agente do atleta é Fábio Mello, ex-jogador, o mesmo que foi acusado de subtrair documentos da sede do Cruzeiro em meio à reunião com o departamento de futebol; o ‘pessoal do marketing’, citado na mensagem, seria ligado a José Colagrossi, diretor alvinegro que apresentou notória empresa de fake-news ao Timão.

Desde então, Adson sumiu.

Sem alternativa, em 2022, Vinicius ingressou com ação de cobrança contra o jogador, mas nunca conseguiu citá-lo.

A pendência corrigida é de apenas R$ 3,9 mil.

Na última semana, a 3ª Vara do Juizado Civil de Santos determinou que o oficial de justiça compareça à sede do Corinthians para encontrar o jogador ou para o clube declinar seu endereço.

Se, dentro de campo, Adson vive sua melhor fase no Timão, fora dele parece estar contaminado pelo convívio com cartolas e agentes notoriamente complicados.

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