Empresa de conselheiro do Corinthians ganhou milhões da SECOM em 2022

Somente em 2022, ano em que Bolsonaro torrou dinheiro público para comprar votos e, ainda assim, perdeu as eleições diante de uma Frente Ampla em Defesa da Democracia, representada pela candidatura do presidente Lula, a SECOM gastou R$ 90 milhões com três propagandas positivas do Governo.
Escandalosos R$ 30 milhões por trabalho.
Em contrapartida, apenas R$ 4,3 milhões foram destinados a campanhas de prevenção e informação sobre COVID-19.
As informações foram colhidas pela ‘Agência Pública’.
O dinheiro, como em anos anteriores, foi repassado a duas agências: Artplan e Calia.
Estas contrataram produtoras, parte delas ligadas ao publicitário Edgard Soares, conselheiro do Corinthians, embora nem sempre documentadas em seu nome.
Todos serão investigados.
Há suspeitas de retorno indevido de dinheiro.
As empresas de Soares foram identificadas como produtoras de fake-news do bolsonarismo durante a CPI do COVID e, desde então, estão preocupadas.
Existem vários CNPJs constituídos nos mesmos endereços.
Boa parte deles, além de relevante número de colaboradores, foram ‘jogados ao mar’, coincidentemente quando o navio bolsonarista, logo após o primeiro turno, começou a naufragar.
