CBF abre mão de quase R$ 6 milhões para não ser investigada

Em 2023, o COB dividirá R$ 203 milhões, oriundos de repasses governamentais, a 34 confederações vinculadas à entidade.
A CBF, que seria a 35ª, abriu mão do dinheiro.
Se divididos igualmente, a Casa Bandida, no mínimo, embolsaria R$ 5,8 milhões.
O impedimento se dá por conta do art. 136 do estatuto:
“É vedado à CBF receber subvenções e doações de origem ou de natureza pública”.
A determinação foi inserida para evitar que a Confederação, em receber verbas públicas, pudesse ser investigada pela utilização dos recursos.
Sob ‘nova’ direção, a CBF, com diretoria que fala em ‘purificar’ o futebol, até o momento não se movimentou para modificação do texto, que, sob desconfiança de ausência de transparência, impede relevante entrada de dinheiro.
