Morreu o Rei do Futebol

Morreu Edson Arantes do Nascimento (82 anos), eterno Rei Pelé, vítima de agressivo câncer que o incomodava há alguns anos.
Expressão máxima do esporte mais popular do Planeta.
Pelé assombrou o mundo nos anos 50, e, em meio a um contexto predominantemente racista, se tornou um Rei além do futebol.
Dentro de campo, nunca foi igualado.
Três Copas do Mundo (58, 62 e 70), dois mundiais de clubes, duas Libertadores das Américas, e tantas outras conquistas.
Em meio a dribles, arrancadas e assistências, 1283 gols em 1363 jogos.
Mito! Gênio! Majestade!
Santos, Seleção Brasileira e NY Cosmos tiveram a honra de vesti-lo com seus mantos.
Pelo Peixe assinalou 1091 gols, na Seleção, 77, no Cosmos, 64.
Reis e Rainhas, Presidentes democráticos e ditadores, parceiros e adversários, amigos e inimigos, ninguém lhe foi indiferente.
Todos súditos de um reinado conquistado com dedicação, arte e muitos gols.
Fora das quatro linhas, quando conseguia ser Edson, entre acertos e erros – como todos nós, Pelé retornava ao mundo dos mortais.
Nele, amparado pelo amor dos filhos, partiu para o descanso no dia de hoje.
Pelé, porém, seguirá eterno.
Junto-me em condolências a todo um Planeta, mas especialmente aos familiares do Rei, entre os quais o Príncipe Edinho, com quem convivi, diariamente, no final de 2018.

Parabéns pelo texto. As suas palavras expressaram o que sinto pela morte de Pelé. Fui um felizardo, pois o vi jogar pessoalmente e pela TV. Inclusive, quando marcou o milésimo gol contra o Vasco,
no goleiro Andrada. Parabéns mais uma vez.