O Gênio conquista o Mundo num final épico de carreira

Numa final épica, a Argentina empatou com a França em dois a dois, depois em um a um na prorrogação, para vencer nas cobranças de penalidades por quatro a dois.
Messi, o Gênio, com mais dois gols marcados, enfim conquistou a Copa do Mundo.
Os argentinos começaram melhores na partida, jogando mais no campo de ataque quando, aos 04, Mac Allister arriscou da intermediária para boa defesa de Lloris.
De Paul, aos 07, bateu cruzado, a bola desviou na zaga e foi para escanteio.
Aos 16, após grande trama dos argentinos pela direita, Di Maria recebeu na entrada da área, mas bateu por cima da meta, perdendo grande oportunidade.
Quatro minutos depois, Di Maria driblou Dembele pela esquerda e foi derrubado, dentro da área.
Pênalti!
Messi, com enorme categoria, abriu o marcador, aos 22.
A Argentina tinha atuação primorosa quando, aos 35, em contragolpe iniciado por Messi, Di Maria foi lançado pela esquerda e ampliou o marcador.
No desespero, aos 40, a França tirou Giroud e Dembele colocando Thuram e Muani em seus lugares.
Logo no início do segundo tempo, aos 48, De Paul pegou de primeira, na entrada da área, para boa defesa de Lloris.
Mbappé não pegava na bola e, aos 57, pegou De Paul por detrás, mas a arbitragem relevou.
No minuto seguinte, Álvarez foi lançado na esquerda, invadiu a área, mas Lloris defendeu bem.
Acuña entrou no lugar de Di Maria, aos 63, para defender a vantagem.
Di Maria fez a melhor partida de sua carreira na Seleção Argentina.
Sem alternativa, a França avançou a equipe, mas a Argentina suava sangue no gramado.
Mbappé, aos 70, deu seu primeiro chute a gol, para fora.
No minuto seguinte, Messi driblou na entrada da área e rolou para Alvarez, que chutou nas mãos de Lloris.
Otamendi, aos 78, derrubou Muani na área.
Pênalti.
Mbappé, aos 79, diminuiu a vantagem argentina.
Dois minutos depois, na pressão da França, Mbappé recebeu na área e, de primeira, empatou a partida.
No sexto minuto de acréscimo, Lloris fez grande defesa em chute forte de Messi.
Empolgados, os franceses terminaram o tempo normal mais perigosos.
A Argentina iniciou o primeiro tempo da prorrogação mais calma, tocando a bola no campo de ataque, e Mac Allister, aos 02, concluiu boa jogada para fora.
Porém, com o passar do tempo, era nítido o cansaço da equipe e o jogo se equilibrou.
Lautaro recebeu a bola de Messi, aos 104, mas demorou para bater e a zaga bloqueou a batida.
No minuto seguinte, novamente Lautaro perdeu chance cara a cara com Lloris.
Antes da virada, os argentinos quase abriram o marcador.
Messi, aos 107, bateu da antrada da área, mas Lloris, novamente, defendeu.
O Gênio, porém, aos 108, pegando rebote de Lloris, marcou o terceiro gol numa bola que quase não ultrapassou a linha final.
Aos 116, Mbappé bateu e a bola bateu no braço de Montiel.
Pênalti.
O próprio Mbappé, no minuto seguinte, empatou o marcador.
No minuto final, Martinez salvou a Argentina em chute cara a cara de Muani; no contra-golpe, Lautaro perdeu o gol para o argentinos, cabeceando mal dentro da área.
A final, épica, seria decidida nas penalidades.
Mbappé, no canto direito, um a zero.
Messi, no contrapé, um a um.
Martinez defende a batida de Coman.
Dybala, no meio, dois a um.
Tchouaméni, para fora.
Paredes, três a um.
Muani, no meio, três a dois.
Montiel fez o gol do título.
O título da Argentina serviu como encerramento épico de uma carreira brilhante de Messi, um dos melhores jogadores de todos os tempos, agora uma lenda, como Maradona.
