Se Caio Ribeiro não delirou, futuro do futebol brasileiro é não ter futuro

O comentarista Caio Ribeiro, da Rede Globo, afirmou, sem dar margem a dúvidas, que o próximo diretor de Seleções da CBF e também o treinador estariam definidos para 2023.

Na condição de cartola, o nome é Andres Sanches, ex-presidente do Corinthians, atual ‘assessor’ do Cruzeiro.

Mano Menezes seria o treinador.

Uma espécie de ‘dream team’ para os interesses de intermediários de jogadores – principalmente Ronaldo ‘Fenômeno’ e Kia Joorabchian, e, provavelmente, do bolso de outros dirigentes.

CBF e Andres, diante da repercussão, desmentiram.

Porém, o presidente que assina a nota da Casa Bandida não é o mesmo que escolheria a dupla citada por Caio; quem manda, de fato, na Confederação é Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da FPF, próximo de Sanches e dono de perfil que se encaixaria como uma luva no que, se confirmado, estaria por vir.

Andres tem fama de não falar a verdade.

Efetivamente, o cartola trabalha para ser presidente da CBF, mas não seria impossível que aceitasse entrar na entidade, em cargo hierarquicamente inferior, ‘apenas’ para ganhar dinheiro.

Se Caio não delirou ou acreditou na pessoa errada, o futuro do futebol brasileiro, nesses termos, é não ter futuro.

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