As manobras da cartolagem do Corinthians para garantir o ‘fundo da panela’

Andres Sanches e Jaça

Movimentações de negócios com jogadores ocorreram de maneira intensa nos bastidores do Corinthians na última semana.

Uma delas, explicita, do departamento de futebol profissional.

As demais, no submundo dominado pelo bicheiro.

A recontratação de Romero, que completará 31 anos em 2023, a custo de quase R$ 400 mil mensais, trata-se de acolher os interesses dos agentes envolvidos no negócio, todos parceiros de Andres Sanches.

Acrescido a este salário, tratado como ‘razoável’ pela diretoria, será inserida dívida do clube, e respectivos juros, com um dos empresários, além de luvas e demais penduricalhos.

Na base, ou ‘Jardim Zoológico’ como alguns a tratam, a turma da jogatina tem dispensado jogadores promissores na surdina.

O procedimento: espera-se o encerramento dos vínculos para que o clube não receba indenização que, combinada com terceiros, será direcionada aos bolsos de quartos, quintos e até sextos.

Dois exemplos: Keven, meia, desembarcará no Almeria da Espanha, enquanto Belezi deverá fazer uma ponte entre Atlético/PR e Olympique, da França.

Enquanto se discute a possibilidade de reeleição em Parque São Jorge, por ‘segurança’, os cartolas do alvinegro aceleram negócios, evitando possíveis perdas em caso de revés nas urnas ao final de 2023.

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