Por que, mesmo que joguem bem, Daniel Alves e Martinelli são convocações suspeitas?

Edu Gaspar, Caboclo e Juninho Paulista

Daniel Alves pode surpreender e, num torneio de tiro curto – como é a Copa do Mundo, ser decisivo numa eventual conquista de título?

Sim.

A história o coloca na condição de um dos melhores laterais direitos de todos os tempos.

Martinelli é bom jogador e, assim como Alves, tem potencial para explodir no Mundial?

Também sim.

Então, por quais razões suas convocações são tratadas como suspeitas pelo Blog do Paulinho.

Elementar, mas é sempre bom desenhar.

O erro é comentado no exato momento em que ocorre.

Falar sobre o desempenho é assunto para quando esse quadro, efetivamente, passar a existir.

Jornalismo.

Para deixar mais claro, ainda que seja a sensação da Copa, Daniel Alves, aos 39 anos, não justifica a escalação no Pumas, quanto mais na Seleção Brasileira.

A obscuridade de sua convocação, diferentemente de Martinelli, não se dá no âmbito comercial, mas no paternalismo.

Tudo indica, se não por amizade com a comissão técnica, para atender aos caprichos de quem manda em todos eles, o atacante Neymar.

Com relação a Martinelli o assunto é esperteza.

Trata-se de jogador com bom nível – o que facilita a manobra, mas claramente inferior a seus concorrentes.

Este Blog, por exemplo, que nunca viu com bons olhos as convocações de Dudu e Gabigol, entende que ambos, com os pés nas costas, são mais jogadores, além de decisivos, do que Martinelli.

Até mesmo Firmino estaria à frente.

33 gols em 3 anos são os números do atacante convocado.

Destes, 10 pelo Ituano, 22 pelo Arsenal (em 99 jogos) e apenas um pela Seleção, ainda assim pela Sub-23, em 11 partidas somadas (três delas pela principal).

Esta é a realidade dos números que coadunam com a avaliação técnica.

Por que, então, o prestígio de Martinelli que, quando juvenil, chegou a ser chamado para treinar com a Seleção Brasileira principal, em claro aceno do que estaria por vir no futuro?

O Ituano, clube de origem do jogador, tem em Juninho Paulista, chefe de Tite na CBF, o mais relevante e poderoso cartola.

Edu Gaspar, gestor do Arsenal (não por acaso a atual equipe do atleta), ex-superior do treinador da Seleção desde os tempos de Corinthians, é agente oculto a serviço de Kia Joorabchian, o ‘dono’ da maioria dos convocados.

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