Cartolas imortalizam o Flamengo como cúmplice dos crimes de Bolsonaro

Os livros de história já tinham espaço reservado para o Flamengo pelo apoio explícito ao regime genocida de Jair Bolsonaro, ainda que grande parte de seus torcedores tenham morrido pelo descaso do Governo no período da pandemia.
Aliás, todos os clubes do Brasil serão retratados.
A maioria, por omissão.
Porém, a participação do Flamengo é muito mais grave.
O clube, no dia das eleições de 2º turno, fez questão de, aproveitando-se da comoção de seu torcedor pela conquista da 3ª Libertadores da América, juntar Bolsonaro às imagens da vitória.
Vídeos e fotos foram disparados aos celulares de quem, naquele momento, caminhava à zona de votação.
O repúdio da sociedade civilizada estende-se bem além do comportamento dos cartolas rubronegros, que, desde o episódio do ‘Ninho do Urubu’, comprovaram dar pouca importância à vida dos mais pobres, mas também aos jogadores que aceitaram participar do ato de ‘campanha’.
Destaque para o treinador Dorival Junior que sorria, alegremente, por detrás do Genocida.
Acima da posição de apoiador do regime, o Flamengo tornou-se, após o ocorrido ontem, cúmplice de um pilantra que tentava, naquele instante, atentar contra a Democracia.
