Marco Bello, Vitor Pereira e Ronaldo Giovanelli

Foi assunto pulsante nos bastidores da mídia esportiva paulista o comportamento do repórter Marco Bello, da rádio Transamérica, que, em coletiva pós jogo do treinador corinthiano Vitor Pereira, questionou-lhe se quem mandava em casa era ele ou a esposa.
A desastrosa pergunta partia do contexto de que haveria a informação da pressão familiar para que o profissional não renovasse contrato com o Timão para 2023.
Horas depois, por conta de repercussão, Bello, corretamente, reconheceu o erro e pediu desculpas públicas pelo episódio.
Foi satisfatória a conclusão do caso.
Seria ainda mais se Bello entendesse que o comportamento dele, além de desrespeitoso com o treinador, como reconhecido pelo próprio, foi também preconceituoso, dando a entender a necessidade de ‘comando’ de uma das partes na relação de casal.
Ao que parece, na visão dele, do marido.
Se Bello evidencia margem à evolução, o mesmo não se pode dizer do ex-companheiro Ronaldo Giovanelli, que há anos sobrevive em meio a grandes calotes e relações estreitas com a cartolagem do Corinthians.
“Mi-mi-mi’ foi a avaliação dele sobre o episódio.
Síntese que se adequa como ‘luva’, desde os tempos de atleta, ao histórico de intelectualidade e comportamento do ex-goleiro.
