“Força-tarefa’ para manter viva a ‘galinha dos ovos de ouro’ do Corinthians

Após ser punido pela FIFA, por conta de calote na indenização do Nagoya Grampus – de quem surrupiou o ex-jogador em atividade Jô, a cartolagem do Corinthians correu para todo lado e conseguiu dinheiro para quitar a pendência.
Informações dão conta de que a grana saiu dos bolsos do grupo de agentes que se esbalda no futebol alvinegro.
Empréstimo a juros acima do mercado com direitos de jogadores como garantia.
Essa tocante ‘força-tarefa’ é rara em Parque São Jorge.
A última vez que se viu tamanha mobilização foi para livrar quatro cartolas da cadeia, acusados que estavam, em três ações criminais, de sonegar impostos devidos pelo Corinthians.
Eram eles: Andres Sanches, Roberto Andrade – recentemente acusado de roubar a própria empresa, Raul Corrêa da Silva e André Negão.
Em regra, todas as dívidas do Timão são empurradas com a barriga até o limite da exaustão do credor.
Desta vez, a motivação para a correria, mais do que livrar o Corinthians da punição, foi o efeito que um ano inteiro sem negociar jogadores ocasionaria aos interesses de cartolas e intermediários.
Justamente a motivação principal de suas atividades em Parque São Jorge.
Com a sangria estancada e a máquina voltando a funcionar, por óbvio, sobrará para o Corinthians possibilitar aos ‘beneméritos’ o retorno do ‘investimento’.
