CBF acolhe o racismo

Recentemente, a CBF promoveu o ‘Seminário de Combate ao Racismo e à Violência no Futebol’, no que parecia uma guinada em direção a um comportamento social responsável.
Ficou apenas na conversa.
A Casa Bandida acaba de contratar os influencers Julio Cocielo e sua esposa Tata Estaniecki, certamente por cachês substanciais, para executarem trabalhos de aproximação da Seleção com os torcedores durante a Copa do Mundo.
Ambos com histórico de acusações de racismo.
Cocielo chegou a ser processado pelo crime após postar as seguintes considerações:
“Mbappé faria arrastão top”
“O Brasil seria mais lindo se não houvesse frescura com piadas racistas. Mas já que é proibido, a única solução é exterminar os negros”
Estaniecki compareceu ao baile de carnaval da Vogue, em 2018, com acessório no rosto que fazia lembrar objeto de tortura do Brasil colonial.
Questionada, confirmou as especulações dizendo tratar-se de ‘homenagem’ às escravas.
A CBF, que tem Rodrigo Paiva, afamado ‘bolso’ de Ricardo Teixeira, chefiando o departamento de comunicação, não deve desconhecer as polêmicas.

