Neymar equipara-se aos desprezíveis

Embora tenha direito de fazê-lo, é absolutamente criticável a escolha de Neymar em apoiar o pior Presidente da história do Brasil em seu desejo de continuar o legado, reconhecido mundialmente, de destruição.
Uma lástima, ainda mais quando a aproximação parece ocorrer por conta de ‘ajuda’ para lesar os cofres públicos com o perdão de impostos, milionários, devidos pelo atleta.
Mas Neymar, agindo com a subserviência típica dos que possuem rabo preso, foi ainda mais longe.
Ontem, recebeu penalização do Instagram por divulgar fake-news a favor de Bolsonaro.
Uma conta seguida por tantos milhões tem a obrigação de checar o que publica, se é que não o fez deliberadamente.
Para ‘fechar a conta’, há um mês da Copa do Mundo, Neymar descumprirá um pacto realizado entre jogadores e comissão técnica da Seleção sobre manifestações eleitorais, participando de ‘live’ com o inominável.
Sou contra qualquer acordo neste sentido, mas se aceitou, tem a obrigação de cumprir.
Neymar passou a vida, fora de campo, tentando destruir o amor do torcedor pelo que construiu dentro das quatro linhas.
Com enorme ‘competência’, equiparando-se aos desprezíveis da República, desde Jair até Damares, está conseguindo.
