Bahia será entreposto do City

Chamaram a atenção os valores divulgados na compra da SAF do Bahia pelo grupo City que, dentre diversas agremiações do planeta, controla o Manchester City da Inglaterra.
Quase R$ 1 bilhão.
Não se sabe, ainda, em que termos este dinheiro entrará nos caixas do clube.
Se é que, efetivamente, ingressará nesta totalidade.
A única certeza é a de que tratou-se de ótimo negócio para os ingleses.
O Bahia deu-se por satisfeito, esportivamente, em consolidar-se como clube intermediário do futebol brasileiro.
Frequentará, buscando vaga na Libertadores ou Sulamericana, posições confortáveis nos torneios.
Talvez com a possibilidade, remota de, eventualmente, brigar pelo título de algum campeonato nacional, sabendo, porém, que o objetivo principal é servir de entreposto aos interesses mercadológicos de seu dono.
Ou seja, rodar jogadores que estiverem em baixa nas equipes co-irmãs e fornecer sua melhor mercadoria às vitrines mais famosas.
Não haverá, porém, dificuldade em agradar o torcedor.
Nos próximos anos, o Bahia, com as contas em dia, deverá se tornar o ‘Bayern’ do campeonato baiano, de menor relevância, mas suficiente para os que tem como alegria principal vencer o Vitória, adversário histórico dos tricolores.
