Decisão do ‘terrivelmente evangélico’ escancara clima de derrota do bolsonarismo

A estupidez de reavivar discussão que já estava arrefecida através de processo fadado à derrota, apesar de abraçado por um destes desembargadores que emporcalham a toga, demonstrou, nitidamente, o grau de desespero de um dos filhos do genocida.
Daqui pouco mais de uma semana saberão que 2023 será um ano ainda mais complicado para a família.
Porém, a movimentação mais importante do dia se deu pela caneta do Ministro ‘terrivelmente evangélico’.
Colocado no cargo para servir ao bolsonarismo, o magistrado, entendendo o que está por vir, pulou do barco e seguiu a constituição.
Muita gente deverá proceder de maneira semelhantes nos próximos dias.
Houvesse alguma possibilidade de o déspota seguir presidente, bastaria fazer o ‘Pôncio Pilatos’ e pedir a opinião da PGR que, provavelmente, empurraria o processo até depois das eleições.
Amparado em cargo vitalício, o evangélico foi até ‘onde deu’.
Daí por diante, como ocorrido ontem, atuará para salvar a própria biografia.
