Conluio de políticos com as ‘organizadas’ cariocas tem como vítimas os demais torcedores

Projeto de lei de autoria dos deputados Carlos Minc (PSB), Luiz Paulo (PSD) e Zeidan (PT), todos candidatos à reeleição no Rio de Janeiro, quer não apenas anistiar as torcidas ‘organizadas’ de seus atos passados, como também isentá-las, no futuro, de pagar por crimes que, eventualmente, venham a ser cometidos por seus integrantes.

O discurso é de que as facções não podem pagar por atos ‘isolados’ de seus membros.

Trata-se de óbvia canalhice eleitoral.

A realidade está posta há alguns anos: os marginais, até porque são covardes, NUNCA atacam sem estarem em bandos e, frequentemente, amparam-se pela defesa, inclusive jurídica, bancada pelas ‘organizadas’.

Os deputados deveriam preocupar-se com a igualdade de direitos que, aí sim, seria capaz de melhorar o convívio público nos estádios, ou seja, ingressos disponíveis para quem comprar primeiro, sem divisão de torcidas.

Nesse contexto seria bem mais fácil punir atos isolados.

O restante é conversa pra boi dormir de deputado que precisa dessa gente para pedir os votos das facções.

 

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