Soraya Thronicke pagou R$ 8,5 milhões a empresa especialista em ‘fake-news

Bolsonaro e Soraya Thronicke

A empresa Benjamim Comunicação, especialista em fake-news – é investigada pela produção de material mentiroso na CPI dos Aplicativos, em São Paulo -, embolsou R$ 9,2 milhões, até o momento, por trabalhos executados nas eleições 2022.

R$ 8,5 milhões foram pagos por Soraya Thronicke, candidata a Presidente da República.

Os demais R$ 700 mil foram divididos por dois candidatos; um deles, do partido dela: Silvio Mendes, que lidera as pesquisas para Governador do Piauí, e Joel Rodrigues (PP), que concorre, no mesmo estado, a Senador.

Thronicke tem se esforçado para desvincular a imagem do bolsonarismo, de quem era adepta há não muito tempo – chegou a defender o Governo, em alguns momentos, na CPI do COVID.

A Benjamim, de propriedade do marqueteiro Lula Guimarães, trabalha associada à ‘Social QI”, ligada ao José Colagrossi, superintendente de Marketing do Corinthians

Ambas foram acusadas de, em conjunto, criarem perfis falsos para prejudicarem trabalhadores do IFOOD, que se manifestavam contra o trabalho sub-humano a que são, diariamente, submetidos.

Na CPI dos Aplicativos, permaneceram em silêncio.

Benjamim e Social QI assumiram, recentemente, a gestão das mídias sociais do Corinthians e, desde então, relatos de ‘fake-news’ e propagação de robôs perseguindo jornalistas acentuaram-se.

O vereador Marlon Luz, vice-presidente da CPI, definiu a Benajamim e sua parceira, Social QI com a seguinte frase:

“É o tipo de empresa que políticos ou empresas contratam pra fazer ‘jogo sujo’”


Abaixo, os trechos principais da participação dessa gente na CPI dos aplicativos:

Na sequência, verdadeira aula de fake-news ministrada pelos parceiros corinthianos da Benjamim e Social QI:

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