Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
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Palavras, os ventos levam…
Caráter, nem o tempo desfaz.
Brocardo de: Ayrton J. Rodrigues
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Interesses individuais foi e continua sendo a real escravidão dos árbitros

Eleito presidente da ANAF- Associação Nacional dos Árbitros de Futebol, no meio do ano 2018, durante anos Salmo Valentim desempenhou a atividade de representantes das leis do jogo nos campos do futebol profissional do estado de Pernambuco, assim como nas competições nacional administradas pela CBF.
Desconheço
Tanto quanto o juris171consulto que preside o SAFESP – Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo, que Salmo Valentim tenha içado bandeira desprovida de interesses na defesa das necessidades dos consortes de seu estado e do Brasil.
Se
O fez, torne pública. Aproveite fazendo o mesmo expondo a origem do dinheiro que bancou as despesas da convenção realizada na Cidade de Recife (PE), no início de Agosto 2022, findada com a projetação da incompreensível FENAF,
Existe a ANAF
Por que criar concorrente vez que os árbitros não querem saber de associações, como sempre, maioria quer ser escalado, para tanto, alguns fazem coisa que Deus duvida
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25ª Rodada Série A Brasileirão 2022
Sábado 03/09
Red Bull Bragantino 2 x 2 Palmeiras
Árbitro: Raphael Claus (FIFA-SP)
VAR
Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (FIFA-SP)
Item Técnico
Árbitro e assistentes desenvolveram trabalho aceitável
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 04 para defensores da equipe mandante e 03 para visitantes
Flamengo 1 x 1 Ceará
Árbitro: Paulo Cesar Zanovelli da Silva (MG)
VAR
Igor Junio Benevenuto de Oliveira (FIFA-MG)
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 04 para flamenguistas e 06 para cearenses
Vermelho: Para Jô atacante de equipe cearense por protestar incorreta e acintosamente toque de mão na bola do atacante flamenguista Vidal.
Idem
Depois do segundo amarelo para o contumaz e indisciplinadíssimo Gabriel Barbosa (Gabigol) atacante flamenguista.
Corinthians 2 x 2 Internacional
Árbitro: Bráulio da Silva Machado (FIFA-SC)
VAR
Pablo Ramon Goncalves Pinheiro (FIFA-RN)
Item Técnico
Trabalho executado com poucos senões
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 02 para alvinegros e 02 para colorados
Terça Feira 06/09/2022 – Semifinais da Copa Libertadores Jogo da Volta
Palmeiras 2 x 2 Atlético-PR
Árbitro: Esteban Ostojich (FIFA-URU)
VAR
Nicolas Gallo (FIFA-COL)
Item Técnico
Não parou o jogo como o fazem os botos-brancos brasileiros, bem como;
Não
Entrou nas reclamações alviverdes que alegaram ter sido penalidade máxima o lance em que Roni se lançou à frente antes de seu calcanhar aparentemente ter sofrido falta do oponente Fernandinho
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 02 para alviverdes e 04 para rubro-negros paranaenses.
Observação
Via TV, no ato, entendi que a troca de empurrões entre o defensor atleticano Alex Santana com o oponente Roni ocorrida antes da cobrança de escanteio encerrada com capciosa cotovelada do atleticano no palmeirense, punida com cartão amarelo não correspondeu ao ocorrido; cairia e bem o cartão vermelho.
Vermelho: para Murilo defensor palmeirense por ter solado maldosamente o joelho da perna do oponente Vitor Roque
Vergonhoso
Que o árbitro em cima do fato claramente maldoso proporcionado pelo palmeirense, foi covarde advertindo-o com cartão amarelo;
Prontamente
O VAR o alertou para rever o lance; foi , viu, reviu, retornou, anulou o amarelo, puxou o vermelho e expulsou o palmeirense, intenso demonstrar para o público que vermelho foi causado pelo árbitro de vídeo.
Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.
Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita
*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.
Política
No 7 de Setembro, superamos mais um obstáculo rumo à eleição
Bolsonaro feriu o decoro presidencial e deveria ser punido. Usou o 7 de setembro para fazer campanha
Passou o 7 de Setembro sem maiores danos à democracia. Quer dizer que superamos mais um obstáculo rumo à eleição do próximo presidente da República. O presidente Jair Bolsonaro teve o razoável senso de evitar um enfrentamento com as instituições republicanas, o que mostra que ele não rasga dinheiro quando a situação se aproxima do limite possível dentro da democracia.
Bolsonaro é capaz de cometer um “sincericídio” ao reger um coro de “imbrochável”, é capaz de fazer comparações grosseiras entre primeiras-damas, agora contra Janja, mulher de Lula, anteriormente contra a mulher do presidente francês Emmanuel Macron, mas tem juízo para saber que seu limite havia sido traçado. Tentou confundir as comemorações do Bicentenário da Independência com sua campanha eleitoral, mas não obteve receptividade nem mesmo dos militares, que se arriscaram a ver-se misturados com os bolsominions quando a festa era da Pátria e não foi comemorada à altura pela aleivosia do próprio Bolsonaro, que se utilizou das forças militares e de seus seguidores para dar um tom patriótico de sinal trocado. Não citou uma vez sequer Dom Pedro I.
O verde e amarelo foi mais uma vez usurpado para se transformar nas cores da campanha de Bolsonaro, quando não é possível aceitar que as cores brasileiras sejam sinônimo de qualquer campanha eleitoral. Bolsonaro deu mostras de que não está à altura de ser o presidente da República ao puxar um coro de “imbrochável” em plena Esplanada dos Ministérios. Feriu o decoro presidencial e deveria ser punido por isso, não apenas pelo palavreado chulo, mas também por ter usado a parada de 7 de setembro para benefício de sua campanha.
Fez um discurso de candidato, o que caracterizou ao retirar a faixa presidencial, ato inadmissível numa campanha eleitoral de um incumbente, que pela lei não precisa se licenciar do cargo, mas não pode usar seu poder para fazer a própria campanha. O que Bolsonaro fez foi abuso de poder e precisa ser punido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Não creio que seja possível cassar sua candidatura, mas cortar tempo da propaganda de rádio e televisão seria um bom castigo para quem abusou de seu poder político para se sobrepor aos oponentes.
A esta altura, Bolsonaro tem poucos cartuchos a detonar. A movimentação do povo em Brasília e no Rio de Janeiro foi uma demonstração de força, sem dúvida, mas não de que ele tem maioria em condições de superar Lula no primeiro turno da eleição. Provavelmente vai para o segundo turno espremendo seus eleitores até a última gota, mas continua sem espaço para ampliá-lo.
Bolsonaro prefere manter seu núcleo duro de apoiadores a ampliar seu eleitorado. Em 2018, esse eleitorado foi quase que naturalmente para ele, pois o momento político pedia uma radicalização antipetista que teve em Bolsonaro seu único representante. Quem não votou no PSDB no primeiro turno está vendo confirmar-se que os tucanos eram irmãos xifópagos petistas, agora que Alckmim é o vice de Lula. O eleitorado tucano transferiu-se automaticamente para Bolsonaro em 2018, mas a radicalização foi tamanha que o centro ficou sem espaço, assim como os centristas foram alijados da disputa quatro anos atrás.
Merval Pereira: é um jornalista e escritor brasileiro, membro da Academia Brasileira de Letras – Publicado no “O Globo” do dia 08/09/2022
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Finalizando
“Não! Ele não é um canalha. É injusto compará-lo a um cão, pois os cães agem com honra e dignidade; este animal, não”
Remisson Aniceto: Pensador
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Chega de Corruptos e Corruptores
Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP-10/09/2022
