Corinthians: quem pagará pela mentira do desligamento de Jô?

Três meses após anunciar, oficialmente, um desligamento consensual com o atleta Jô, o Corinthians segue pagando seus salários, próximos de R$ 1,5 milhão mensal, sem que ele sequer participe dos treinamentos.
O contrato está vigente na CBF.
Para desmascarar todas as mentiras, inclusive a da concordância do atleta, ontem, o próprio Jô, em rede social, publicou:
“Lembrando que o atacante não se desligou do Corinthians ainda’.
Junto com a frase, referendando afirmação de terceiro, Jô inseriu também uma caixa de pesquisa com o seguinte questionamento:
“Torcedor (sic), vocês querem a volta do atacante Jô?”
Vivendo a gestão das ‘fake-news’, com direito a especialistas contratados para manipulação das redes sociais, os cartolas alvinegros, frequentemente, são desmascarados pelos fatos, desde que estes sejam descobertos pela mídia.
Nesse contexto a dúvida, se o Corinthians tivesse um Conselho de maioria decente – o que, há tempos, não é caso -, a dúvida seria: quem pagará as despesas destas novas mentiras administrativas?
Nelas, incluídos os quase R$ 14 milhões que o Timão, ao ter assumido o risco da ilegal contratação do atacante (sem permissão dos japoneses), terá que transferir ao Nagoya, sob risco de penalização internacional.
A condenação, sacramentada pela FIFA, não é mais passível de recurso.
Levando-se em consideração quem é o agente de Jô, que recebe grande percentual sobre o salário do atleta, o iraniano Kia Joorabchian, parceiro de longa data do ex-presidente Andres Sanches, todas as explicações, ainda que não oficializadas, são tão óbvias quanto a necessidade do atual Presidente, com as contas e bens bloqueados, em buscar alternativas para salvar o patrimônio da família.

