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O problema é que Neymar, realmente, não sabe

Ontem (09), logo após a partida em que a Seleção Brasileira jogou apenas para o gasto e venceu, por dois a zero, o fraquíssimo Peru – que tem o irrelevante Cueva como astro principal, Neymar, autor de um dos gols, perdeu a oportunidade de ficar calado:

“Não sei mais o que eu faço com essa camisa para a galera respeitar o Neymar”

O problema é que, realmente, não sabe.

Se soubesse, evitaria, fora de campo, comportar-se com irresponsabilidade incompatível com a sua faixa etária, que, não por obra do acaso, levou-o, em duas oportunidades, a ser acusado de abuso sexual (numa delas, mais grave, de estupro).

Neymar estaria informado, também, que o presidente do Brasil é um genocida e evitaria emprestar sua imagem, ainda que em troca de facilidades fiscais, fruto de desvios da Lei que também não deveria ter cometido.

Se ficarmos apenas no escopo de sua profissão, é muito pouco, para receber a idolatria que nitidamente sugere merecer, pintar e bordar diante de adversários do continente americano – cada vez mais fracos – e deixar a desejar, ou de jogar, contra as mais relevantes seleções do planeta.

Uma coisa é ser, comprovadamente, um jogador com habilidade acima da média e detentor, como é, de número de gols relevantes – embora, até outro dia, o maior artilheiro da história das Seleções fosse oriundo do Oriente Médio, que não é, propriamente, parâmetro de comparação importante do futebol mundial.

Por isso existe a palavra ‘contexto’.

Como equiparar o peso de seus gols pela Seleção com os de Pelé – e nem falaremos de títulos e Copas do Mundo – quando, sabidamente, o Rei enfrentou desafios mais robustos numa época em que jogava-se bem menos partidas?

Um dia, talvez, com a tardia maturidade – ela há de chegar -, Neymar saberá.

Hoje, mal assessorado, em seio familiar de péssimos exemplos, sua visão é turvada pela fama das redes sociais – com peso maior do que a do esporte – e pelos elogios indevidos, muitas vezes oriundos de parceiros que ele próprio remunera – os afamados ‘parças’ – que acabam minimizando as análises mais realistas de seu desempenho como cidadão e jogador de futebol.

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