IURD se supera na cara-de-pau

Na semana passada, o ex-garçom Glaidson Acácio dos Santos foi preso, acusado de chefiar um esquema de pirâmide, corrupção e lavagem de dinheiro que movimentou, no mínimo, R$ 2,3 bilhões em bitcoins.
Há quem o tenha, porém, na condição de ‘laranja’.
Glaidson, nos últimos 12 meses, teria simulado doações à IURD, onde atuava como ‘pastor’, que atingiram R$ 72,3 milhões.
Somente após flagrada em investigação da Polícia Federal, a autodenominada ‘igreja’ reagiu, ingressando na Justiça contra o agora ex-membro, solicitando explicações sobre a origem do dinheiro.
É a primeira vez, desde que Edir Macedo trocou os terreiros de umbanda pelo bingo celestial, que a IURD colocou em dúvida o dinheiro ‘divino’, intermediária que se diz das finanças do altíssimo.

Como o dinheiro é de origem criminosa, então a IURD deveria devolver cada centavo. Se não o fizer, então tá na cara que o processo é só pra inglês ver.