Botafogo se apequena, ainda mais, ao bajular Bolsonaro pelo que não fez

Ontem (11), o presidente do Botafogo/RJ, Durcesio Mello, acompanhado de membros da diretoria, tratou de apequenar ainda mais o clube, que, exceção feita ao abortivo ano de 1995, não monta time relevante desde os tempos de Mané Garrincha.
O grupo homenageou, com direito a ‘mimos’, o presidente Bolsonaro, a pretexto dele ter sancionado a Lei que abriu as portas para as agremiações transformarem-se em empresas.
Em momento algum o Genocida contribuiu para uma vírgula sequer do texto.
Pelo contrário.
Na referida sanção, Bolsonaro vetou trechos importantíssimos da Lei, decisão que deverá ser revertida na Câmara.
Obviamente, o Botafogo sabe quem escreveu e também os responsáveis pela viabilização da nova legislação, mas, como o objetivo era apenas a bajulação, preferiu ‘esquecer’ e, novamente, envergonhar seu sofrido torcedor.

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