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Cronistas esportivos seguem sem entender os novos tempos

Após séculos de atraso, aos poucos, o ser-humano vem se dando conta da necessidade de respeitar diferenças, sejam elas quais forem, deixando de lado práticas reprováveis que antes eram toleradas pela sociedade.

No meio jornalístico, trabalha-se não apenas pela mudança de postura, mas pela divulgação em massa desse comportamento.

Porém, ainda assim, existem os que tem dificuldade em se enquadrar.

Neste final de semana, dois episódios envolvendo cronistas esportivos vieram à tona.

Na transmissão entre Bahia e Napoli, pela Campeonato Brasileiro Feminino, realizada pela CBF TV em parceria com o ‘MyCujoo’, o comentarista Edson Florão tratou, de maneira preconceituosa, os cabelos de jogadoras pretas envolvidas na partida.

Internautas, indignados, começaram a se manifestar.

Em vez do pedido de desculpas, o narrador Paulo Cezar Ferrarim disse que tratava-se de ‘mi-mi-mi’.

Ambos, diante da repercussão, perderam seus empregos, com direito a nota de repúdio da CBF e do ‘MyCujoo’.

O outro episódio se deu com o treinador Guto Ferreira, admoestado, em entrevista coletiva da partida entre Ceará e Vitória, pelo repórter Willy Sulivan, da Rádio Pitaguary, que fez piada com a forma física do profissional.

Guto reagiu e o radialista, somente após a repercussão, publicou nota de desculpas.

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