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Gaviões da Fiel mentem para proteger a diretoria do Corinthians

Após novo tropeço do Corinthians no Paulistinha, ninguém duvida que o atual elenco, formado por refugos de agentes, além de jogadores da base inferiores, tecnicamente, ao que se espera de um atleta alvinegro, passará ainda mais vergonha nos campeonatos relevantes que estão por vir.

Além da herança financeira, existe também a esportiva, fruto da sobra de ‘mercadorias’ que os intermediários precisam colocar na vitrine para, juntos com a cartolagem, embolsarem o que restou dos recursos corinthianos.

Em meio a esse quadro, a diretoria do Corinthians, habilidosamente, tratou de trazer para as salas de reuniões os mercadores de crises.

Ontem, os Gaviões da Fiel, apesar de informados sobre a responsabilidade do presidente do Timão, Duílio ‘do Bingo’ Monteiro Alves, sobre os problemas alvinegros, soltaram nota oficial pressionando, apenas, jogadores e também o treinador.

E mentiram.

Disseram que somente não iriam à porta do CT cobrá-los pessoalmente em respeito à pandemia de COVID-19, embora não tenham pensado nisso em recentes aglomerações, amplamente documentadas nas mídias sociais, seja no dias das eleições do Corinthians quanto em festinhas para assistir ao jogos do clube.

Historicamente, sabe-se, os Gaviões comparecem aos treinamentos convocados pela própria diretoria, para que, como ‘leões de chácara’, possam fazer o que a cartolagem deseja, mas não tem coragem de assumir.

Obviamente, tornarão a fazê-lo assim que o consentimento for expressado.

Mas a pior lorota foi a seguinte:

“Segundo nossas apurações com a comissão de sócios que acompanham o clube e em reunião com os próprios dirigentes do Corinthians, sabemos que os salários não estão atrasados”

A referida ‘comissão’ é mesma que está discutindo a possibilidade da realização de ‘vaquinhas’ para quitação do estádio de Itaquera.

Gente que, como ocorrido à época do movimento ‘Fora Dualib’ – um deles se tornou diretor de futebol, possui enorme interesse em integrar os quadros diretivos no Parque São Jorge.

Sobre os salários do atletas, o clube, espertamente, tem pagado o previsto pela CLT – para evitar rescisão contratual automática, mas mantém o calote no grosso dos vencimentos, ou seja, os contratos de imagem.

Os Gaviões tiveram acesso ao Balanço do Timão e a pendência, milionária, está bem detalhada no documento.

Existem ainda outros calotes aplicados nos atletas, entre os quais mais de dois anos em meio de apropriação indébita de FGTS, comprováveis em recentes ações trabalhistas de quem já deixou o Corinthians.

É importante conhecer a história para que os erros do passado sejam evitados.

A última vez em que o Corinthians foi administrado numa parceria com os Gaviões, ainda que sob a roupagem de ‘Fora Dualib’, resultou em promiscuidades diversas, além de insatisfação da própria facção, que se viu abandonada pelos que conseguiram se alçar a cargos mais relevantes.

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