O gol contra de Vampeta

O que leva um sujeito agradável como Vampeta, consagrado como ex-jogador, comunicador de uma das principais rádios de São Paulo, a, em meio ao ápice de uma pandemia mortal, se envolver num jogo de futebol dos mais insignificantes com a presença de, aproximadamente, cem ignorantes?
Várias são as possibilidades.
Uma delas é a da necessidade de seguir mantendo o personagem malandro pelo qual também é caracterizado por alguns há algum tempo.
Convenhamos, uma bobagem.
Até porque o bom ‘malandro’ está em casa, tomando a cervejinha que Vampeta tanto gosta, sem contribuir para a infecção de ninguém.
Mesmo no dia do aniversário, como era o caso do ex-jogador que completava 47 anos.
O comportamento equivocado, ao que parece, não se deu por influência de companheiros de trabalho, levando-se em consideração que a equipe de esportes da Jovem Pan é uma espécie de ‘bolha’ de razão numa rádio que, lamentavelmente, se rendeu ao negacionismo.
Tomara Vampeta, que não é má pessoa, repense a vida, principalmente agora que possui as responsabilidades de quem atua no ramo da comunicação.
