O cafetão e o genocida

Dentre diversos ‘famosos’ que aglomeraram-se numa churrascaria de Brasília para bajular o Ogro que defecava pela boca ao atacar a imprensa que o investiga estava um dos responsáveis pelo maior desperdício de talento do futebol brasileiro na última década.
Neymar pai, o devedor de impostos, chamava de ‘Mito’ o genocida que facilitou a vida da família.
Sem dar bola à possibilidade de se infectar e, em consequência, repassar o vírus a terceiros, nem com o massacre de pobres, pretos e demais desprovidos de Governo durante a pandemia, grupo do qual se livrou apenas pela ‘cafetinagem’ da própria cria.
O contexto da utilização do termo, para os que adoram processar jornalistas, é que, desde sempre, um deles sobreviveu, na condição de agente, de percentual do dinheiro do outro.
Como seria Neymar, o filho, se criado em berço diferente ?
Nunca saberemos.
O que se tem certeza é que o resultado final desta vida real privou o Brasil de ter em campo um jogador melhor e um cidadão minimamente preocupado com os infortúnios da população.

Pra mim, só Edmundo e Romário jogaram mais que Neimar. Pra mim, o futebol acabou. A bajulação de Bolsonaro é enquanto o navio não afunda.