Justiça determina que empresa de segurança diminua valor de parcelas e retire ‘protesto’ do Palmeiras

Recentemente, a empresa Arthur Aguiar do Valle Piccinini – ME, responsável por serviços de segurança no Palmeiras, protestou o clube em cartório.

O valor cobrado era de R$ 422,7 mil.

Na Justiça, o Palmeiras, alegando problemas de caixa e também a redução dos trabalhadores cedidos pela empresa (a sede social está fechada por conta da pandemia), conseguiu reverter a questão.

O juiz Douglas Iecco Ravacci, da 33ª Vara Civil, determinou a redução das parcelas pagas pelo clube e também a retirada do protesto, para posterior acerto de contas.

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