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O nível do médico flamenguista

Ontem (27), o Dr. Marcio Tannure, chefe do departamento médico do Flamengo, passou pelo constrangimento de ser admoestado, publicamente, pelo órgão que regula sua profissão, o CREMERJ (Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro.

Além de questionado pelo órgão sobre a existência de treinamento dos jogadores rubro-negros durante a pandemia do COVID-19 – e se ele consentiu com isso – o doutor foi relembrado de trecho do Código de Ética, que é obrigado a respeitar.

Mais precisamente o Capítulo III – resolução CFM 2217/2018, que, em seu artigo 1º estabelece punição a quem:

 ‘(…) causar dano ao paciente, por ação e omissão, caracterizável por imperícia, imprudência ou negligência’

O art. 17 também prevê sanções:

‘(ao médico que) deixar de cumprir salvo por motivos justo as normas emanadas pelo Conselho Regional de Medicina’

Porém, em vez de envergonhar-se, retratar-se ou, talvez, pedir demissão, se desrespeitado por decisão do presidente do Flamengo – o que não parece ser o caso, Dr. Tannura explicitou, ainda mais, sua falta de nível, além do despreparo ao exercício da medicina.

Passou o restante do dia nas mídias sociais, curtindo postagens difamatórias contra o CREMERJ, sem a coragem de expressar a própria opinião.

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