Silvio Santos e o SBT Brasil

Atendendo imposições governamentais, Silvio Santos derrubou de sua grade o programa SBT Brasil, que, no dia anterior, ousou praticar jornalismo ao tratar sobre a constrangedora reunião ministerial de Jair Bolsonaro.
Os jornalistas que puderem deveriam, imediatamente, apresentar as respectivas cartas de demissão.
Mais relevante comunicador do país durante muitas décadas, Silvio Santos limita-se a isso, sem maior profundidade.
Faltou-lhe, talvez, o desejo de evoluir como ser-humano.
Até a fama de ‘grande empresário’, ajudada pelas verbas de Governos que bajulou, é indevida, conforme demonstraram diversos episódios que o aproximaram da falência, sendo o mais emblemático o do banco Panamericano.
Das ‘colegas de trabalho’ Silvio sempre quis, apenas, o dinheiro, distribuído em Tele-Senas, Jequitis e demais produtos questionáveis .
Fosse diferente não promoveria, diariamente, desde os tempos de ditadura, os déspotas que delas tomam direitos e liberdades.
Silvio deveria extinguir o departamento de jornalismo do SBT.
Primeiro porque não possui a menor noção do que se trata a profissão, segundo porque evitaria, a si próprio e à emissora, esse tipo de constrangimento.
Bastaria deixar o venal Ratinho e seu mascote Xaropinho como vozes de ressonância daqueles a que precisa adoçar, enganando os telespectadores mais humildes, público alvo de toda essa patifaria.
