Dizendo apenas verdades, Pássaro distorce a realidade do São Paulo

Em entrevista à ESPN, Alexandre Pássaro, gerente executivo do São Paulo, utilizou-se de esperteza para exemplificar suposto resultado positivo da gestão Tricolor:
“De 2016 para 2017 mantivemos 41% do elenco, de 2017 para 2018 mantivemos 50%, de 2018 para 2019 mantivemos 60% e de 2019 para 2020 mais de 90%”
A impressão é a de que o clube possuí uma política semelhante a de clubes europeus.
Não é verdade.
O que manteve esse número crescente de permanências no elenco do São Paulo foi a irrelevância dos contratados em meio ao mercado e a falta de conquistas que assola o clube há alguns anos, que acaba por respingar na credibilidade dos atletas.
Todo o resto é conto da carochinha adaptado às necessidades políticas de quem mantém Pássaro empregado.
