Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
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“A ganância insaciável é um dos tristes fenômenos que apressam a autodestruição do homem”
Textos Judaicos
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Diretoria SAFESP investida no dia 08/01/2020 desmente o prometido

- a) Não baixaram o valor da anuidade
- b) Não diferenciaram anuidade árbitros federados e amadores
- c) Não parcelaram em até dez meses
Como ficou
- a) O valor da anuidade estabelecido na gestão anterior foi mantido
- b) A mensalidade dos árbitros amadores permanece conforme gestão anterior
- c) O pagamento da anuidade foi parcelado em seis vezes
Por não terem cumprido
Sou convicto que irão descumprir o inserido no pedido de licença que assinaram e protocolaram na FPF no dia 18/11/2019
Por estas
Papagaiadas e outras, dentre estas: Confessa necessidade de serem escalados para suprirem imperativos financeiros,
Abranjo
Oculta agressão ao inserido no Estatuto Eleitoral 2004, que fundamentaram para solicitarem,
Depois
Conseguiram na justiça trabalhista a anulação da desclassificação da chapa que lideraram
Quando
Da convocação baseada no Estatuto Eleitoral 2003 efetuada na gestão Arthur, no mês de Fevereiro 2019
Não esqueçam
Comigo o papo é reto e direto; aproveitando, pergunto;
Aurelio Sant’Anna
No período eleitoral unido a sua vice-presidente, através seu principal papagaio de pirata, foi propagado
Que
A diretoria Arthur deixou a situação financeira do SAFESP na adversidade;
Indago
Presidente Aurelio Sant’Anna Martins expresse seu idealismo renunciando o recebimento da verba de representatividade, atualmente,
Regularizada
Por volta de R$ 7.000,00 (Sete mil reais/ mês)
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Primeira Rodada da Série A1 do Paulistão 2020
Quarta Feira 22/01
São Paulo 2 x 0 Água Santa
Árbitro: Edina Alves Batista (FIFA)
Item Técnico
Deixou passar batida a claríssima penalidade máxima cometida por Jonathan defensor são-paulino no momento que puxou o costado do oponente Marquinhos
Item Disciplinar
Aceitável
Cartão Amarelo: 01para são-paulino e 01 para opositor
Ituano 0 x 4 Palmeiras
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza (FIFA)
Item Técnico
Normal
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 02 para defensores do Ituano e 02 para palmeirenses
Quinta Feira 23/01
Corinthians 4 x 1 Botafogo
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (FIFA)
Item Técnico
Aceitável
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 2 para corintianos e 1 para botafoguense
Cartão Vermelho: para Reginaldo, defensor do botafogo, no momento batendo a mão na bola, cometeu a penalidade máxima, batida por Luan, transformando-se no segundo gol corintiano
Sábado 25/91/2020 – Final da Copa São Paulo Junior 2020
Internacional (RS) 1 x 1 Grêmio (RS) habitual de noventa minutos
Decisão por penalidades máximas
Internacional 3 x 1 Grêmio – Resultado que:
Outorgou a equipe do Internacional(RS): Campeã da Copa São Paulo Junior 2020
Árbitro: João Vitor Gobi
Assistente 01: Leandro Matos Feitosa
Assistente 02: Rodrigo Meirelles Bernardo
Quarto Árbitro: Leandro Carvalho da Silva
Quinto Árbitro: Veridiana Contiliani Bisco
Item Técnico
Fez-se presente nos poucos momentos que precisaram de sua ingerência
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 2 para defensores do Internacional e 3 para gremistas
Cartão Vermelho: Após segundo amarelo aplicado corretamente para o gremista Alison Calegari, por ter subido no aramado comemorando o gol de sua equipe
Nota
A consolidação do apadrinhamento alusivo às constantes escalas do árbitro Gustavo Holanda Souza, sobrinho da vice-presidente do SAFESP no decurso deste evento,
Com
Consentimento da presidente da CA-FPF; foi e é concreto
Vez que
Arbitrou entre cinco seis contendas nas duas primeiras fases, a primeira das quartas de final, 4º árbitro na primeira contenda da semifinal Internacional 3 x 1 Corinthians,
Seguida
Da escala de quarto árbitro na contenda Paulista de Jundiaí 1 x 1 Nacional disputada no sábado 25/01 referente 1ª Rodada da Série A3
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Política
Moro, de troféu a alvo

Sem Coaf, PF e Segurança Pública, o que sobraria para o ‘superministro’ Moro?
Ao aceitar um ministério no governo Bolsonaro, o juiz e real mito Sérgio Moro tinha clara noção de todos os riscos, mas encarou como missão e como oportunidade de somar o combate à corrupção (agora em nível nacional) e ao crime organizado. Logo, uma super-Lava Jato. Valia a pena. E agora?
Os dois objetivos de Moro, anti-corrupção e anticrime organizado, significaram, na prática, reunir novamente os ministérios da Justiça e da Segurança Pública. Moro contava com isso e Bolsonaro anunciou que assim seria. Pois é. Já presidente, ele voltou atrás e está seriamente empenhado em separar as duas pastas.
É assim que Moro, mito da Lava Jato, símbolo do combate à corrupção, personagem mais popular do governo – mais do que o próprio presidente –, perde uma atrás da outra. Em bom e claro português, engole sapos.
Com personalidade fechada, contida, é homem de poucas palavras e menos sorrisos ainda e sempre evitou, no primeiro ano de governo, reagir, reclamar ou fazer muxoxos ao ser atropelado pelo chefe e até se ocupa de elogiá-lo pelas redes sociais. Tudo, porém, tem limite. Qual é o limite do paranaense de Maringá Sérgio Fernando Moro? Essa é a pergunta que não quer calar.
Perder o Coaf já foi uma pancada, porque o órgão de inteligência financeira identifica movimentações atípicas, aciona o sinal amarelo e detona investigações – que podem ou não dar em nada. Mas, depois de apresentar ao Brasil um tal de Queiroz, o Coaf virou uma bolinha de pingue-pongue, pulando de lá para cá, e acabou virando UIF e pendurado no Banco Central. Logo, longe da Polícia Federal e de Moro.
Perder o Coaf já não foi fácil, mas o que dizer da possibilidade de perder a PF? Essa seria, ou será, uma consequência direta e imediata da recriação do Ministério da Segurança Pública. Com o Coaf no BC e a PF em outra pasta, o que Moro ficaria, ou ficará, fazendo no abstrato Ministério da Justiça? Articulando politicamente com o Congresso, como foi obrigado a fazer no pacote anticrime? Não é a dele.
Aí entra uma terceira derrota daquele que adentrou o governo Bolsonaro como “superministro”: depois de acertar com o Senado que Bolsonaro vetaria o juiz de garantias – uma nova figura claramente “anti-Moro” –, o ministro foi solenemente desautorizado pelo presidente da República. O veto não veio, Moro ficou falando sozinho.
Assim, o ministro ficou no meio de um imbróglio envolvendo os três Poderes, ou melhor, os presidentes do Executivo, que não vetou o juiz de garantias; o do Supremo, Dias Toffoli, que foi atropelado pelo vice, Luiz Fux; e o da Câmara, que classificou de “desrespeitosa com o Congresso” a decisão de Fux de suspender a implantação da mudança sem prazo.
Fux causou um fuzuê institucional, com críticas de todos os lados, mas com a comemoração explícita de alguém diretamente interessado: o próprio Moro. Segundo ele, uma medida assim precisa ser amplamente debatida e não é uma questão para o Judiciário, mas para o próprio Legislativo. No fundo, quer jogar o juiz de garantias para as calendas.
Assim, aquela primeira desfeita de Bolsonaro com Moro ficou não apenas distante, como bem pequena: o desconvite para a pesquisadora Ilona Szabó ser uma mera suplente num mero conselho da Justiça. Foi horrível, mas só um aviso.
E ainda vem mais: Moro perdeu o Coaf e pode perder a PF e a Segurança, justamente a área de sua pasta que rende bons índices e boas notícias. Só sobraria a vaga no STF, mas ela já tem dono: alguém “terrivelmente evangélico”. Moro é?
Por trás de tudo isso, uma só explicação: Jair Messias Bolsonaro, que tem mania de perseguição e não suporta competição. Moro era um troféu, virou competidor. E alvo.
Articulista: Eliane Cantanhêde – Matéria publicada no Estadão do dia 24/01/2020
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Finalizando
“Dois homens não podem passar meia hora juntos sem que um conquiste uma evidente superioridade em relação ao outro”
Samuel Johnson – foi um escritor e pensador inglês
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Chega de Corruptos e Corruptores
Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP-25/01/2020
Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.
Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:
*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com
*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.
